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O aplicativo

O que o CaptureHub faz

Ele grava a tela, captura a evidência e transforma o que foi executado em documentação pronta: vídeo com capítulos, ficha de procedência, apresentação em PowerPoint e relatório HTML. Feito para quem precisa provar o que aconteceu na tela, e não apenas mostrar.

Requisitos: Windows 10 versão 2004 ou posterior e Windows 11. Pacote portátil e autocontido, sem exigir instalação do .NET, do FFmpeg nem do Office.

Relatório publicado do caso Checkout com cupom expirado, com a procedência escrita e cada etapa com a tela do momento
por minuto de gravação
1,3MB
Uma hora de tela cabe em menos de 80 MB.
de CPU no nível padrão
3,2%
Grava em segundo plano enquanto o teste roda.
evidências enviadas para fora
0
Vídeo, captura e relatório ficam na sua máquina.
em cada captura e vídeo
SHA-256
Quem recebe confere que o arquivo é o mesmo.

Medidos de verdade e escritos na tela de ajustes do aplicativo, não nesta página.

Tela sendo gravada com a barra flutuante do CaptureHub marcando o tempo no canto

Gravar

A tela inteira, sem limite de tempo

A captura escolhe sozinha o melhor codificador da máquina (NVIDIA, Intel ou AMD), testando cada um com uma codificação real antes de confiar nele. No nível padrão, cerca de 1,3 MB por minuto e 3,2% de CPU; são três níveis, e o custo de cada um aparece na tela de ajustes.

Bloqueio de tela ou reinício de driver derruba a captura, e ela se recupera sozinha. Cada interrupção é contada e declarada na ficha, com a causa. Uma moldura vermelha marca o monitor gravado, e o cronômetro fica sempre à vista numa barra que nunca aparece no vídeo.

Dá para desenhar sobre a tela enquanto grava: a tinta entra no vídeo e o gesto vira um momento no documento, então o que você circulou para explicar fica marcado também no passo a passo. E a webcam aparece na tela durante a gravação, para quando a evidência precisa de rosto.

A gravação também captura o som que sai da máquina: a voz da videochamada, o alerta, o vídeo que está tocando, junto do microfone ou sozinho. Ao ligar, o CaptureHub escuta por um instante e diz se está chegando som, para você não descobrir no fim de vinte minutos que saiu mudo.

E dá para ligar a gravação contínua, que guarda sempre os últimos minutos da sua tela, para o defeito que aparece antes de alguém pensar em gravar. Ela nunca vem ligada, nem de fábrica nem por atualização. Ligada, a barra mostra que está e não há como esconder esse aviso: nada é salvo até você pedir, desligar apaga na hora, e fechar o programa também apaga.

Para comparar com o que já vem no Windows, o guia de como gravar a tela do PC mostra o atalho e o limite da Ferramenta de Captura, da Xbox Game Bar e do Clipchamp.

Desenhar ao vivo e a webcam são dos planos pagos. A tela inteira ou uma região, a escolha do monitor, o microfone e o som do sistema, pausar sem recodificar, marcar o momento, o cursor, a gravação contínua, o carimbo de data e hora no vídeo e os seis atalhos configuráveis são de todo mundo.

Tela de revisão com os passos numerados, a miniatura de cada um e a busca

Documentar

Cada clique vira um passo escrito

Com a apresentação ligada, cada clique gera um passo: a tela daquele instante, com o ponto da ação ampliado e o fator declarado, e a legenda vinda do elemento real: «Clique em Aplicar cupom», nunca «clique em (x,y)». Quando o alvo é um navegador, entra o endereço da página.

A digitação é registrada sem guardar o que foi digitado. Antes de virar documento, você revisa: edita qualquer legenda, reordena, remove, desfaz, busca por texto, elemento ou página, e escreve o objetivo e o resultado esperado: a ferramenta viu os cliques, não a intenção. Uma gravação antiga gera tudo de novo, sem regravar.

E a revisão diz quantos passos pedem atenção, numa contagem separada do total. Nem todo nome de elemento é lido com a mesma certeza: onde a leitura foi fraca, o passo é apontado em vez de sair igual aos outros. Você revisa os que importam, e não os trinta.

Quem usava o Gravador de Passos do Windows reconhece o documento: o guia do Gravador de Passos conta o que a Microsoft mudou nele e o que usar no lugar.

Editor de anotação com a paleta de setas, formas, texto e numeração sobre a captura

Marcar e anotar

Marcadores viram capítulos; a imagem vira evidência

Um atalho marca o momento sem interromper a gravação, com anotação de texto e uma etiqueta: BUG, ANALISAR, CONFIRMAR REQUISITO, EM DESENVOLVIMENTO, CORRIGIDO. Cada marcador é um capítulo navegável dentro do MP4. Quando surge uma janela de erro, o marcador entra sozinho. Os dois jeitos de marcar são de todo mundo, em qualquer plano.

Na hora de escolher o que capturar, o elemento sob o cursor aparece realçado: Tab alterna entre ele, o que o contém e a janela inteira, e o clique leva o que estiver marcado. E dá para capturar rolando: a página inteira vira uma imagem só, costurada de várias fotografias, e a imagem declara que é costurada, com quantas fotografias e em que eixo. Composição escondida numa evidência é o começo de uma discussão que ninguém ganha.

Sobre a captura: retângulo, elipse, seta, linha, caneta, texto e marcador numerado; destaque, marca-texto e recorte. Borrar pixeliza de forma definitiva, sobre os pixels e não numa camada por cima, o que foi borrado não volta. A marcação feita se seleciona depois: mover, engrossar, repintar ou apagar, com a numeração se refazendo sozinha.

O print avulso ganha moldura por um botão que cicla em três estados: sem moldura, com respiro, e com a cor da sua empresa. Só ele: captura de passo e gravação não passam por ali, porque a cadeia de prova é calculada sobre a imagem e enfeitar depois quebraria o hash. O print avulso é o que circula por e-mail e chat, e é o único que não tem cadeia a quebrar.

E o print deixa de ser só imagem. Dá para copiar o texto que está nela, ler QR e código de barras, usar o "Copiar como…" para uma tabela virar células que o Excel cola, em CSV ou em Markdown, e pegar a cor exata de um ponto com o conta-gotas. O conteúdo lido volta inteiro e o CaptureHub nunca age sobre ele: não abre link e não executa nada.

Ele também encontra CPF, CNPJ, e-mail, telefone e cartão e marca cada um sem cobrir, para você julgar antes de tapar. Só o que sobrar marcado some, e a tampa é opaca e definitiva. Tudo isto vale só no print avulso, que não tem cadeia de prova: a evidência de uma gravação continua intocável, byte a byte.

Para os atalhos de print que já vêm no Windows, e o que cada um salva, veja o guia de como tirar print no PC.

E dá para fixar um pedaço da tela por cima de tudo: arraste um retângulo e ele vira uma nota flutuante, para consultar enquanto trabalha. Ele é ferramenta de quem usa, não parte da sessão: some da captura e do vídeo, para ninguém ler a evidência e ver duas telas do mesmo momento sem saber qual é qual, e não fecha quando a gravação termina.

Dois documentos

Da mesma gravação saem dois documentos

A evidência relata o que aconteceu, para quem vai conferir. O procedimento instrui como fazer, para quem vai repetir: uma tela por passo, escrito no imperativo, e sai em papel também. Você escolhe o tipo na hora de revisar, sem gravar de novo.

O procedimento tapa o que foi digitado nas imagens, e não só no texto: um manual circula muito mais do que uma evidência, e o que estava na tela circula junto. A capa leva o nome de quem escreveu, porque manual sem autor ninguém sabe a quem perguntar.

O que sai de uma gravação

Até cinco arquivos, com o mesmo nome-base e na mesma pasta. Mais o PNG das capturas e o GIF leve para colar num chamado.

Arquivo O que é
.mp4 A gravação com os capítulos embutidos. É a evidência selada
.ficha.txt Procedência: caso de teste, máquina, monitor, duração, marcadores e SHA-256
.pptx Apresentação editável, gerada sem exigir Office instalado
.html Relatório de arquivo único: abre sem rede, com o vídeo dentro se você quiser
_passos/ As imagens de cada passo e o passos.json

Para sair da sua máquina, a pasta inteira vira um arquivo só: um .captura.zip com o vídeo, os passos, as imagens e os documentos já gerados, mais um manifesto que diz o que entrou e o SHA-256 de cada peça. Quem recebe confere o conjunto, e não só o vídeo. O sufixo duplo é de propósito: continua sendo um zip, e qualquer um abre.

A ficha prova que o arquivo não mudou. Ela não prova quando ele existiu, e quem reescrevesse tudo de forma coerente não seria pego. Por isso a raiz da cadeia recebe um carimbo de tempo assinado, e o relatório o confere no próprio navegador, sem internet. A assinatura prova que aquele conteúdo existia naquela data. Ela não prova que a gravação corresponde à realidade, e o rodapé do documento diz exatamente isso.

Como o carimbo cobre a evidência e não o texto, você continua podendo corrigir título, legendas e conclusões sem quebrar a prova. E sem conta, sem plano ou sem internet, nada quebra: o relatório sai igual, sem a linha do carimbo, e diz que não há assinatura. Nunca que ela falhou. Exige Pro ou Time.

Duas gravações, lado a lado

Gravou antes da correção e depois dela? A galeria compara as duas e diz o que mudou, passo a passo, com a confiança de cada par escrita junto: onde ela mesma tem dúvida, ela diz que tem. Sai como documento, e serve para o "não reproduz mais" virar uma coisa que se mostra.

A galeria organiza tudo

Miniatura, duração e tamanho de cada captura, com etiqueta BUG nas gravações que registram esse marcador. Busca por nome, filtros por tipo, agrupamento por projeto e sprint. Excluir manda para a Lixeira, nunca apaga em definitivo, e leva a ficha e os passos junto.

Uma sessão gravada é quase toda espera: entre um clique e o próximo, a tela parada. A galeria lê a gravação e propõe o que cortar, e proposta não é arquivo: nada é recodificado e nada muda em disco enquanto você não mandar. Quando mandar, sai um arquivo novo, ao lado. O original nunca é tocado, e segue com o hash que sempre teve, porque a evidência é ele.

Galeria de capturas com a busca por nome, os filtros por tipo com a contagem de cada um e oito capturas, entre relatório, passo a passo, imagens e vídeos, dois deles com a etiqueta de bug, cada uma com nome, data e tamanho
A galeria de uma pasta de evidências, com a contagem em cada filtro e o nome, a data e o tamanho de cada captura. A etiqueta PASSOS marca o que virou documento; a BUG, o que registrou uma falha.
Verificável

Oito decisões verificáveis, com os números

Cada linha abaixo é verificável, e as que foram medidas vêm com o número.

A ferramenta não aparece na evidência

Todas as janelas do CaptureHub são excluídas de qualquer captura pelo próprio Windows. Medido: uma janela sobreposta deixou 17.270 pixels no quadro sem a exclusão, e 0 com ela. Não é "minimize antes de gravar".

O que você digita não é guardado

O registro anota que se digitou, onde e quanto. Nunca o quê. Não existe buffer nem campo que guarde o texto: não guardar é propriedade do código, não promessa. Campo de senha não gera nem a contagem.

O endereço só entra quando é endereço

Texto com espaço é busca digitada e é recusado, e o que você procurou nunca entra num documento. Credenciais na URL são removidas antes de gravar. Passo sem endereço fica sem endereço, nunca com um substituto plausível.

Não atrapalha o que está sendo testado

O vigia de erros usa eventos do sistema, e não a árvore de acessibilidade, porque ligá-la deixaria o aplicativo alvo lento pelo resto da vida dele. A ferramenta de evidência não pode alterar aquilo que a evidência registra.

O documento diz de onde veio cada dado

Quando não dá para provar qual elemento foi clicado, o passo vira "clique no ponto destacado", que é exato. Rótulo ausente o leitor vê; rótulo errado ele acredita. A captura entra inteira, sem recorte e sem marca d'água por cima.

Integridade que se confere

O SHA-256 é calculado uma vez, no fechamento, e nunca recalculado, porque recalcular esconderia exatamente o que o hash existe para denunciar. Cada versão publica o hash do ZIP para você conferir antes de executar.

Funciona sem rede

A rede serve à licença, não à gravação. Sem internet a licença degrada para o plano gratuito e nunca bloqueia, e tudo que você já gerou continua abrindo, para sempre.

As evidências são suas

A pasta padrão fica deliberadamente fora do OneDrive, e o aplicativo avisa em âmbar se você apontar para uma pasta sincronizada. Atualizar o programa nunca reescreve nem migra gravação antiga.

Nada disso sai da sua máquina

Gravação, processamento e arquivos são locais, por decisão formal registrada. Vídeo, screenshot, imagem de passo, apresentação, relatório, título de janela, nome de elemento, texto digitado, URL e caminho de arquivo nunca trafegam: nem em parte, nem em miniatura, nem em hash. A exceção é uma só, e declarada: a raiz de 64 caracteres que vai ao carimbo de tempo do relatório, um resumo que não devolve conteúdo nenhum.

Telemetria de uso foi avaliada e recusada: ela mede o produto ao custo exato da promessa que o diferencia. Isso não muda com consentimento, porque não existe caminho no código que envie evidência para fora.

A nuvem guarda o que a conta e a assinatura pedem, como nome, e-mail, resumo da senha, plano e, de cada máquina, o identificador derivado por hash, o nome e a data da última validação; a lista inteira está na política de privacidade. O que o aplicativo troca com a internet, endereço por endereço, está na página de segurança.

Veja saindo da sua própria tela

O plano gratuito não expira e não pede cartão. Grave uma vez e compare o que sai com o que você monta à mão hoje.

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